Um pouco de tudo e muito de nada...

terça-feira, 3 de junho de 2014

Eine Volk...

O que supera todas as expectativas criadas no âmbito político e sócio-econômico de uma nação é o atentar para o comprometimento do seu povo para com as ações parlamentares, judiciais e executivas.
Não existe força maior do que a de um povo unido. Mas que esta união seja em função de algo maior, que seu resultado não seja a curto prazo, mas que as futuras gerações possam gozar da verdadeira democracia e espírito de igualdade entre todos os povos, nações, etnias, credos e línguas. 
O futuro é a miscigenação. 
Eine volk foi uma expressão usada por um antigo ditador, e isso não funcionou de maneira edificante para a humanidade. Hoje devemos olhar com maior atenção para os preconceitos e as diferenças impostas por pensadores e líderes (religiosos ou não), em seus discursos incrustados de mensagens subliminares fascistas e carregadas em racismo e desrespeito às diferenças.
Para Deus somos todos iguais!!!




sexta-feira, 30 de maio de 2014

Orgia nacional.

Tenho escrito muito sobre os costumes da sociedade brasileira (em sua maior parte), de acolher as falcatruas e escândalos políticos de maneira passiva e até darem certa motivação para tal. O que falta-me falar e deixo às vezes subentendido, é que o povo brasileiro na sua humildade é um povo lindo, maravilhoso, de bom coração, lutador e persistente.
O exemplo está de norte a sul, leste a oeste do país; no candango que madruga na Samambaia, no gaúcho que cedo está nos pampas cuidando do gado, do paulistano que enfrenta a garoa, no amazonense enfrentando a pororoca, o nordestino que luta nas caatingas e os goianos, mato-grossenses e pantaneiros.
Não, não vamos somente esculachar. Apesar de tudo o que a gente tem ouvido e visto nas mídias, o Brasil é sim, um lugar maravilhoso, onde podemos alimentar a fé em nosso povo, que um dia certamente será lembrado não pelo futebol ou carnaval, mas sim pela sua capacidade natural de viver com qualquer etnia, respeitando as diferenças e integrando uma só nação em busca da real Ordem e Progresso.

Janio Fonseca. 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Pânico na cama.

Uma besteira danada, mas eu tenho pânico a ratos. Vê se pode. O medo que eu tenho destes roedores é sem explicação.
Na noite de minha lua-de-mel, um bicho desses caiu do teto em cima da cama. Aquela imagem de herói que certamente minha esposa tinha de mim, sumiu. 
- Pega o rato mulher!!! - Exclamei em alto e bom tom imperativo.
- Oxente, pega tu... - ordenou ela.
Foi um desespero tremendo, que o pobre animal sumiu antes de ser molestado, só por conta do barulho.
Agora, falando sério, o tipo de rato que mais me enoja, é aquele que anda pelos corredores de Brasília. São verdadeiros vampiros sanguinários. Esses matam muito, literalmente, pela omissão, o fundamentalismo e ambição pessoal.
Eles não temem barulho nem manifestações, a única defesa contra eles é o voto consciente.



Janio Fonseca.

Rádio web do Irênio Aguiar.



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